26 de março de 2019

Saldo de empregos formais dobrou em Maringá no mês de fevereiro

Reprodução / Via O Diário
O saldo de empregos em fevereiro no município de Maringá foi de 1.205 vagas, praticamente o dobro do registrado no mesmo mês de 2018, 603 vagas. A variação de empregos foi de 0,83% se comparado a janeiro deste ano. Foram abertos 7.374 postos de trabalho no segundo mês do ano contra 6.169 demissões. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados nesta segunda-feira (25) pelo Ministério da Economia.

Maringá tem o melhor resultado na geração de empregos no interior do Paraná e está atrás somente de Curitiba, que teve um saldo de 3.597 vagas. Ponta Grossa vem em terceiro com saldo de 1.000 postos de trabalho, seguido de Cascavel (864), Pato Branco (671), Cornélio Procópio (662) e Londrina (652).

Somado janeiro e fevereiro, o saldo de empregos formais em Maringá é de 2.444 vagas, variação positiva de 1,69%.

No Paraná
O Paraná criou 18.254 novos empregos formais em fevereiro, mais que o dobro contabilizado em fevereiro de 2018, quando foram criadas 7.703 vagas, e o melhor resultado para o mês desde 2014 (que registrou 25.612 vagas). Em todo o País, foram abertos 173.139 postos de trabalho, com saldos positivos em 20 das 27 unidades da federação - também a melhor performance dos últimos cinco anos.

Com o forte incremento verificado em fevereiro, o Paraná ampliou para 27.995 o total de vagas formais geradas no primeiro bimestre de 2019. O Estado ficou em quarto lugar no ranking nacional, também com o melhor resultado desde 2014. No Brasil, foram criadas 211.474 vagas nos dois primeiros meses do ano.

“O crescimento no número de empregos é mais um sinal da retomada econômica do Paraná”, destaca o governador Carlos Massa Ratinho Junior. No primeiro bimestre, a Junta Comercial do Paraná registrou a abertura de 7.910 novos negócios, aumento de 25,8% em relação ao mesmo período de 2018.

No último mês, oito setores econômicos apresentaram saldo positivo de empregos no Paraná. O segmento de serviços respondeu por praticamente metade das novas vagas (9.363). “O resultado se deve principalmente aos subsetores de ensino, alojamento e alimentação, principalmente pela volta às aulas”, indica a economista Suelen Glinski, do Observatório do Trabalho da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho.

O segundo melhor desempenho foi da indústria de transformação (3.692), impulsionada pelo subsetor têxtil. “A indústria vem se recuperando mês a mês, desde o ano passado. É ótimo porque paga maiores salários e exige maior nível de qualificação do trabalhador”, comenta Suelen. Na sequência, aparecem: comércio (2.841), agropecuária (1.006) e construção civil (697).

(Com informações da Agência Estadual de Notícias)