12 de junho de 2019

Greve geral: bancários de São Paulo e Rio de Janeiro decidem aderir

                                © Rafaela Lara/VEJA.com


Os bancários decidiram aderir à greve geral prevista para a sexta-feira, 14, contra o projeto de reforma da Previdência. A categoria junta-se aos metroviários, ferroviários e motoristas de ônibus que já tinham confirmado participação no movimento.

Em assembleias na noite de terça-feira, 11, trabalhadores de bancos públicos e privados de São Paulo, Osasco e região e os empregados em estabelecimentos bancários e financiários do município do Rio de Janeiro decidiram aderir à greve. Trabalhadores do setor em outras partes do país também já manifestaram que devem participar do movimento. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que não vai se posicionar sobre o assunto.

Além dos bancários, metroviários, ferroviários, motoristas de ônibus, professores, entre outros, também já votaram adesão à greve. Em São Paulo, o Metrô conseguiu na terça-feira, 11, liminar para manter 100% do quadro de servidores nos horários de pico e 80% no restante. E a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) conseguiu liminar para manter 100% do quadro durante todo o horário de operação, de acordo com a Secretaria de Transportes Metropolitanos. “Essa é uma forma de tentar impedir que se realize a greve. Colocar parte do sistema em funcionamento é um grande risco”, disse o coordenador geral do Sindicato dos Metroviários, Wagner Fajardo.